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Educação: o elemento essencial de construção de carreiras, empresas e países de grande sucesso!

A educação pode transformar a história de um país e gerar inúmeras oportunidades. Nestes tempos de mudanças disruptivas e até alarmantes em torno da Revolução Industrial 4.0, a edição especial da revista Exame, de maio de 2018, nos brinda com uma excelente e inspiradora reportagem. A matéria mostra o impressionante crescimento da Irlanda ao longo das últimas décadas. Dá ênfase à importância fundamental no investimento vigoroso e consciente em seus cidadãos e do empreendedorismo local.

Crescimento que se baseia em alguns dos pilares mais essenciais à construção de carreiras, empresas e nações de grande sucesso. E certamente o pilar mais importante dentre os muitos que foram abordados na reportagem e que será o tema central deste artigo é a Educação.

E quando falo em Educação, falo principalmente na Educação que privilegia a qualidade em detrimento à quantidade. Muito embora o Brasil tenha evoluído no quesito “quantidade”, não se pôde perceber o real impacto disso no aumento da produtividade do trabalhador médio brasileiro.

Mas voltemos à Irlanda! De um país que já foi considerado o mais pobre da Europa, a Irlanda é hoje apelidada de “Tigre Celta” (uma clara referência aos Tigres Asiáticos). Se em 1960, apenas 2% dos estudantes cursavam o ensino superior. Hoje já são 50% os alunos que frequentam as faculdades e universidades.

Se antes a Irlanda tinha um PIB não condizente com seus vizinhos europeus, hoje já tem o 2º maior PIB per capita da União Europeia. Atualmente são US$ 69,900 dólares, que correspondem a sete vezes o PIB do Brasil. Em 1970, o PIB irlandês per capita era de pouco mais de 10,000 dólares. Se antes a Irlanda era um país agrário, hoje já está na liderança do ranking dos países europeus com PMEs que mais inovam.

A educação como força motriz para uma nova sociedade

E qual é a mola propulsora por trás deste impressionante crescimento irlandês em um período historicamente tão curto (menos de 5 décadas)? A resposta é o investimento governamental em Educação de qualidade. Que certamente está bem acima das muitas vezes falsas ideologias político-partidárias de direita, esquerda ou centrista.

Educação que privilegia a inovação, o empreendedorismo, a tomada de riscos, o acesso mais facilitado e justo ao crédito e à difusão facilitada do conhecimento entre universidades, empresários e todos os demais agentes da sociedade civil.

Que a Irlanda sirva de exemplo aos nossos homens públicos. Que a despeito da profusão de escândalos em torno de políticos de todos os matizes têm mantido à risca o mesmo discurso populista de sempre.

E que a Irlanda inspire nossas empresas e líderes corporativos. Para que invistam de forma ainda mais vigorosa no ativo mais precioso que temos: nosso conhecimento. Mesmo nestes tempos em que tanto se fala em Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas, etc.

A educação é o pilar principal para o crescimento profissional

Profissionais bem qualificados e bem treinados fazem mais com menos. Isso é aumento da produtividade. Profissionais que têm acesso às melhores práticas educacionais têm maior propensão a inovar e empreender. Temos então inovação e empreendedorismo. Profissionais que se mantêm proativos na busca de mais conhecimento se tornam bem menos propensos a ter suas funções dizimadas pela tecnologia. Aqui está a empregabilidade.

Que todos estes pilares (Educação, Produtividade, Inovação, Empreendedorismo e Intraempreendorismo e Empregabilidade) façam parte não apenas das agendas dos nossos homens públicos. Sejamos sinceros que é difícil acreditar nisso. Mas, principalmente das estratégias das nossas empresas e acima de tudo das nossas próprias estratégias pessoais. Para que, assim, consigamos nos destacar nestes tempos de tão aceleradas mudanças e de incríveis oportunidades às pessoas bem preparadas!

Viva a Educação!

Ficarei muito feliz com suas contribuições, comentários e pontos de vista sobre este tema tão importante para nós!

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Zé na Exame: Crise? Desânimo? Medo? Reinvente-se para encarar 2016!

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Tem um vendedor caipira virando “habitué” na super prestigiada Revista Exame. Clique aqui ou leia o meu mais recente artigo na Exame logo abaixo.

Crise? Desânimo? Medo? Reinvente-se para encarar 2016!

Preciso confessar que tenho me espantado com o desânimo que vem tomando conta de inúmeros profissionais, líderes e até de muitas empresas. Diante desta severa crise que assola o País, todos têm adotado uma postura medrosa e covarde (desculpe-me pela franqueza) para enfrentar os incríveis desafios que vem pela frente.

Quando questiono estes profissionais e líderes sobre o que eles têm feito para enfrentar esta crise e aproveitá-la para criar novos processos e ideias, que permitam gerar crescimento, muitos deles dizem que vêm fazendo muito pouco ou quase nada.

Ou, ainda quando o fazem, agem de forma equivocada. Reduzem ou eliminam investimentos em áreas fundamentais, como Pesquisa e Desenvolvimento & Treinamento, áreas que têm importância nevrálgica na construção de uma empresa cada vez mais competitiva, sustentável no longo prazo e pronta para os desafios. Tudo isso num momento em que temos clientes mais exigentes e bem informados, além de concorrentes cada vez melhores.

Ora, todos já sabemos que a crise é real e severa! No entanto, quando nos deixamos dominar pelo negativismo que nos cerca de todos os lados, as boas ideias, tão necessárias para prosperar em tempos bons e em tempos ruins, encontram uma dificuldade muito maior para surgirem, fluírem e, efetivamente, se transformarem em novas práticas e novos processos que incrementem a boa capacidade de execução.

Por isso mesmo eu quero lhe provocar a se reinventar como profissional e a reinventar a sua organização!

E este “processo de reinvenção” passa por três pilares que considero absolutamente essenciais:

1. Propósito: aproveite este momento de crise para revisitar o seu propósito pessoal e também o propósito real de existência da sua empresa. Diante de clientes cada vez mais exigentes, bem informados e muito mais orientados, ávidos a se relacionarem com organizações com as quais verdadeiramente se identifiquem e que genuinamente se interessem em bem lhes atender e encantar, ter um propósito grandioso é mais do que nunca fundamental!

Empresas com propósito real e bem definido têm um poder quase que magnético para atrair novos e talentosos profissionais e, consequentemente, inúmeros novos clientes.

Elas também têm uma facilidade muito maior em se aproximar e melhor entender as necessidades existentes – e, principalmente, as não existentes – do seu público-alvo. E, além disso, geram muito mais valor a todos os stakeholders a ela conectados (clientes, fornecedores, investidores e à sociedade em geral).

Pego aqui emprestado um precioso ensinamento do excelente livro “Propósito”:

“Quando o propósito guia, o lucro acompanha”.

Mãos à obra: revisite ainda hoje o seu propósito e o propósito de existência da sua empresa!

2. Performance: incremente o quanto puder seus processos, dando ênfase à criação de uma empresa que tenha uma cultura de alta performance, que seja coesa em torno de seu propósito e que tenha uma visão inspiradora de longo prazo.

E, por alta performance, entenda-se uma organização que tenha metas claras em todas as áreas e que privilegie a meritocracia. Isso só se faz possível com uma cultura obsessivamente focada na boa execução, buscando de forma incansável aumentar a produtividade ao fazer cada vez mais com cada vez menos.

Coloque em prática a partir de já a “estratégia dos 3 Ms”: em 2016, faça mais (maiores vendas, melhores margens etc.), com menos (menos recursos) e melhor que seus concorrentes

3. Pessoas: para reinventar uma empresa é fundamental investir nas pessoas. E, para se reinventar, é crucial investir em você mesmo.

Quando falo em investir em pessoas e em você mesmo me refiro ao investimento vigoroso nas habilidades relacionais (chamadas de “soft skills” e que têm mais ligação às atitudes, aos comportamentos e à chamada e cada vez mais valorizada Inteligência Emocional ou QE – Quociente Emocional) e nas habilidades técnicas e intelectuais (chamadas de “hard skills”, que possuem maior ligação ao conhecimento técnico, aos treinamentos formais e ao conceito de QI – Quociente Intelectual).

QI (Quociente Intelectual) + QE (Quociente Emocional) é a “fórmula de sucesso” que lhe permitirá brilhar ainda mais em tempos desafiadores.

Propósito, Performance e Pessoas: eis os três pilares essenciais para se reinventar e para reinventar sua organização neste 2016. Quem não mudar, ficará para trás!

Reinvente-se!

* José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Owen Graduate School of Management e é Professor dos MBAs da FIA. É autor dos livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”. www.paixaoporvendas.com.br

Educação: o caminho para a diferenciação

Rear view of class raising hands

Tenho tido a incrível oportunidade de aprender e compartilhar conhecimentos com algumas das maiores e mais admiradas empresas do Brasil e do mundo em minhas andanças por este país ainda repleto de grandes oportunidades a despeito dos inúmeros desafios e do pífio apoio governamental em áreas de fundamental importância como a Tributária que asfixia sem nada dar em troca, a de Infraestrutura que é uma clara limitadora para um crescimento maior e mais sustentável e a de Educação que infelizmente continua historicamente relegada a segundo plano.

No entanto, estes fatores limitadores se aplicam a todos os mercados o que força as empresas a buscarem investir de forma mais inteligente e estruturada em ações internas que as permitam buscar a tão necessária diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

E é aí que entra a Educação Corporativa e seu comprovado poder de transformação de empresas e profissionais. A prestigiada Revista Exame em sua Edição 1069 de Julho de 2014 traz uma reportagem muito interessante chamada “Mimos para os 99%”, onde compartilha e brinda os leitores com as estratégias que grandes empresas como Starbucks, Gap e Ikea tem utilizado para incrementar a produtividade de vendas e a satisfação e lealdade de seus profissionais.

Nos Estados Unidos houve um crescimento bastante expressivo de 15% nos investimentos em educação corporativa, que passaram de US$ 61 bilhões em 2012 para US$ 70 bilhões em 2013. Este crescimento se justifica em cima de estatísticas que comprovam que quando uma empresa aumenta 1 ponto percentual a fatia de funcionários treinados, há ganhos adicionais de produtividade (0,6%) e de salário (0,3%). Ou seja, empresas que investem mais em treinamento, vendem mais e incrementam os ganhos dos seus profissionais.

Além disso, o investimento contínuo em Educação Corporativa incrementa também de forma bastante signicativa e mensurável os tão fundamentais índices de satisfação, motivação e lealdade de seus profissionais, que como contrapartida ao investimento realizado neles produzem muito mais e se sentem muito mais “pertencentes” àquela empresa. Aliás, inúmeros estudos comprovam a importância do “senso de pertencimento” para incrementar a produtividade, a motivação e a lealdade dos profissionais reduzindo assim o tão temido “turnover” que aumenta enormemente os custos de contratação e treinamento e que traz impactos negativos à construção de uma força de trabalho coesa e de uma cultura vencedora, onde profissionais leais e fiéis à empresa são as “peças” mais do que cruciais.

Além disso tudo, o maior investimento em Educação Corporativa auxilia e muito as empresas a incrementarem seus índices de reputação e credibilidade junto ao mercado, o que é bom para todos. É bom para os investidores que veem seus negócios prosperarem. É bom para os profissionais já dentro de casa que sentem cada vez mais valorizados e importantes. E é bom para a empresa como um todo, que incrementa o seu magnetismo ao atrair os melhores e mais talentosos profissionais e talentos.

Sou desde sempre defensor ferrenho da ideia de que a Educação é a mola propulsora de transformação dos países, das empresas e dos profissionais. No  mundo de aceleradas mudanças em que vivemos nunca foi tão importante quanto agora nos mantermos atualizados com o que existe de mais moderno, testado e prático em conhecimentos e técnicas em nossas respectivas áreas. Por isso mesmo, é tão importante investir de forma vigorosa na educação, treinamento e capacitação dos seus profissionais para que eles consigam demonstrar ao mercado o quão diferenciados são e o quão diferenciada é a sua empresa, seus produtos e serviços e sua cultura vencedora.

E se ficar a dúvida sobre investir ou não em seus funcionários, reflita sobre esta conversa entre o CFO (Diretor Financeiro) e o CEO (Presidente):

Pergunta do CFO: O que acontece se investirmos no desenvolvimento dos nossos profissionais e, em seguida, eles nos deixarem?

Resposta do CEO: E o que acontece se não fizermos isso, e eles ficarem?

Abraços!

José Ricardo Noronha | www.paixaoporvendas.com.br

Paixão, Propósito e Simplicidade: o trio de ouro para o sucesso

Penso que você há de concordar comigo que vivemos em um mundo de iguais onde todos querem ser diferentes e não sabem como fazê-lo. Sim, neste mundo cada vez mais social, interativo e repleto de ofertas concorrentes aos nossos produtos, serviços e soluções os empresários, líderes e profissionais das mais diversas áreas e mercados tem perdido o sono em busca de diferenciais competitivos que tornem suas empresas, produtos e ideias genuinamente diferentes e destacados.

E a busca por tais diferenciais competitivos passa por elementos que de tão fundamentais que são, muitas vezes acabam sendo negligenciados por todos nós. E hoje, quero me debruçar sobre três destes elementos, que já foram inclusive muitas outras vezes abordados aqui neste Blog: Paixão, Propósito e Simplicidade, pois as empresas e os profissionais que tem paixão pelo que fazem, que tem um propósito claro de existência  e que tem adotado a simplicidade como mola mestra de sua existência tem se destacado e não por acaso tem criado diferenciais competitivos que as protegem da miríade de ofertas de produtos e serviços cada vez mais similares ou iguais.

As mais importantes publicações de negócios e carreira do Brasil (Exame – Edição 1047 e Você S/A – Edição 183, ambas editadas pela Editora Abril) dedicaram em suas últimas edições extensas e muito bem formuladas reportagens um espaço bastante substancial a estes três elementos. E este destaque definitivamente não acontece por acaso.

O mundo passa e sempre passará por mudanças significativas representadas por novas tendências, novos modismos e novas ofertas. No entanto, alguns componentes foram, são e sempre serão absolutamente essenciais ao sucesso de qualquer negócio e tais componentes ou pilares fundamentais de existência são:

Paixão: defendo com todas as forças do mundo a importância da Paixão pelo que se faz. Paixão por ajudar. Paixão por oferecer ao mundo produtos e serviços melhores que façam a diferença na vida dos clientes e que impactem positivamente o mundo. Paixão por servir aos clientes e à sociedade. Paixão ou simplesmente Tesão por tudo aquilo que você e sua empresa fazem! Sim, isso mesmo, Tesão!!

Recorro aqui ao gênio Steve Jobs que nos ensinou como transformar clientes em verdadeiros embaixadores da marca e também como criar dispositivos que até então não haviam sido imaginados por ninguém : “People with passion can change the world for the better” (“Pessoas com paixão podem mudar o mundo para melhor” em tradução livro). É isso mesmo! É preciso ter Paixão pelo que se faz e ter um Tesão gigante de fazer a diferença positiva no mundo!

Dicas de Ouro – Paixão: se você não tem Paixão e Tesão pelo que faz, caia fora! E se você tem uma empresa que não tem a Paixão como um dos seus pilares de existência, mude de ramo ou reformule radicalmente a missão de existência do seu negócio! Urgente!

Propósito: a reportagem principal da Revista Você S/A de Agosto de 2013 traz uma série de histórias e artigos sobre o quão fundamental é a existência do Propósito para as empresas e para os profissionais. Algumas histórias retratadas pela Você de profissionais que encontraram grande satisfação e principalmente um grande propósito no trabalho são boas fontes de inspiração para a necessária reflexão sobre a tão desejável congruência plena entre nossos sonhos pessoais e profissionais e os trabalhos que hoje desenvolvemos em nossas empresas.

O propósito de todo e qualquer negócio é definitivamente a razão maior da sua existência. Empresas sem um propósito bem definido de existência tem dificuldades extremas “dentro de casa” que passam pelos baixos índices de retenção e baixos níveis de motivação e desafios externos igualmente difíceis que incluem clientes pouco fiéis e leais às suas marcas e produtos.

E se ainda são poucas as empresas e líderes que atentaram à importância de se oferecer um grande propósito e uma grande missão de existência aos seus profissionais, também não são muitos os profissionais que já desenvolveram e que vivem de forma plena a sua “missão” e “propósito” pessoais diante do mundo. Com isso, surge a infelicidade que é impulsionada por uma vida cada vez mais atribulada e que por sua vez leva ao indesejável desequilíbrio.

Dica de ouro – Propósito: tenha um grande Propósito e seja apaixonado(a) por ele! E para você que já e Líder: ofereça um grande propósito de existência aos seus profissionais e aos seus clientes! Quão maior for o seu propósito, maior é a chance de você inspirar seus clientes, seus profissionais e o mundo como um todo!

Simplicidade: outro elemento absolutamente essencial para o sucesso em tudo o que fazemos. Não resta dúvidas que vivemos em mercados cada vez mais complexos que exigem novos produtos, serviços e ideias e igualmente novas competências, habilidades e comportamentos. No entanto, não podemos ser infectados por esta tal “complexidade” e deixarmos de lado a tão fundamental Simplicidade em tudo aquilo que fazemos. Processos, princípios e estratégias precisam ser o mais simples possíveis. Simples assim!

Questione-se o tempo todo. Se a sua estratégia só é facilmente entendida por um grupo de executivos, você tem um problema. Se os seus processos de compra e venda são excessivamente complexos a ponto de complicar a venda para seu cliente, você tem um problema. Se a sua linha de produtos e serviços é tão ampla que nem mesmo a sua força de vendas consegue ter amplo domínio sobre tudo o que pode oferecer aos seus clientes, você tem um problema. Se os diferenciais competitivos reais da sua empresa não estão claros e cristalinos na mente de todos os seus colaboradores (incluindo aqui até os cargos mais operacionais), você tem um problema. Se você e sua empresa não conhecem quem são seus clientes e principalmente que são os “não clientes”, você tem um problema. E todos estes problemas existem muitas vezes em virtude da excessiva complexidade que nos afasta da tão importante simplicidade que é exatamente o que o “Sr. Mercado” ou “Sr. Cliente” tanto aprecia.

Aliás, a Revista Exame em sua última edição (no. 1047) de Agosto de 2013 traz como reportagem de capa “A Era da Simplicidade“. Leitura mais do que recomendada! E para ampliar ainda mais o seu conhecimento sobre como simplificar seu negócio, clique aqui para ler outro artigo muito bacana sobre Simplicidade.

Dicas de Ouro – Simplicidade: Ser simples não é ser simplista! Questione-se o tempo todo!

Paixão, Propósito e Simplicidade: o trio de ouro para o seu sucesso profissional e para o sucesso do seu negócio!

Um grande abraço do seu amigo vendedor,

José Ricardo Noronha

Simples e simplista

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Urgente: em tempos mais difíceis, o(a) bom(a) vendedor(a) é ainda mais importante!

De nada adianta ter o presidente mais visionário, a fábrica mais eficiente ou a campanha de marketing mais pegajosa se as pessoas não comprarem seus produtos. Pode parecer óbvio. Mas os principais responsáveis por trazer dinheiro para as companhias, os vendedores, estão entre os profissionais menos prestigiados no mundo dos negócios. Quando as empresas precisam cortar custos, eles são as primeiras vítimas.

Vendedores enfrentam rotinas extenuantes, ganham pouco e não são treinados. Mas essa situação começa a mudar.

Ainda há muito pouco de ciência e muito de arte naquilo que separa um craque nas vendas de um burocrata. Das 479 escolas de negócios americanas, apenas 101 ensinam vendas, uma demonstração de quanto esse é um tema árido.

Os três trechos acima foram extraídos de uma reportagem da última edição da Revista Exame (Edição 1.031) que tem como tema de capa os desafios das empresas para o ano de 2013 e que reforça uma das minhas mais importantes convicções e crenças: Vendas é e nunca deixará de ser a área de maior importância estratégica em toda e qualquer empresa!

Mesmo assim, nós vendedores ainda não somos respeitados como profissionais que se dedicam de corpo e alma à uma área tão apaixonante, cada vez mais profissional e que tem um objetivo tão nobre de existência que é o de ajudar as pessoas e empresas a resolver seus problemas e realizar seus sonhos.

A ótima reportagem da Revista Exame prega que em tempos mais desafiadores como os que agora enfrentamos a receita do sucesso está em fazer mais usando a mesma estrutura (isso aliás me fez lembrar a ótima estratégia dos 3 Ms: fazer mais, com menos e melhor que os concorrentes). A reportagem traz também os perfis de 5 campões de vendas de grandes empresas como Fiat, CVC e Casas Bahia. Vale a pena comprar esta edição que está realmente muito boa!

Um grande abraço do amigo vendedor (com o maior orgulho do mundo!),

José Ricardo Noronha

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