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clientes mosca branca

“Clientes mosca branca”: eles realmente existem?

Você já ouviu falar em clientes mosca branca? Outro dia, estava em um almoço com meu amigo e sócio Bruno Strunz. Falávamos sobre a estratégia de crescimento da Paixão por Vendas e da PPV Law, que é o nosso mais novo projeto dedicado ao mercado jurídico.

Eis que, quando falávamos sobre o PCI (Perfil de Cliente Ideal) das duas empresas, nos provocamos em torno de um tema no mínimo polêmico: existem clientes “mosca branca”? São aqueles clientes especiais, estratégicos, que não estão focados única e exclusivamente no fator “preço”. Eles veem valor real em suas interações com nossas empresas?

Os clientes mosca branca existem?

Nossa conclusão: sim, eles existem! E quando os encontramos, precisamos entender profundamente quais são suas características, expectativas em relação às nossas empresas e os benefícios reais que eles enxergam no relacionamento conosco.

Este é um exercício realmente incrível. Isso nos permite refinar nossa estratégia de “go to market” e também a estratégia de melhor segmentação dos nossos esforços, em torno dos clientes já existentes. Pois, quando trabalhamos corretamente nossos clientes e públicos-alvo “ideais”, criamos um círculo virtuoso de valor onde todos ganham!

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor nos Programas de MBA da FIA e do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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mudanças no mundo jurídico

As profundas mudanças no mundo jurídico

Nos últimos anos, ocorreram muitas mudanças no mundo jurídico. Recentemente, a minha esposa me fez o seguinte questionamento: “Amor, é impressão minha ou a agenda de vocês está cada vez mais lotada de projetos em escritórios de advocacia?”.

Mudanças no mundo jurídico: investimento em marketing e vendas

De fato, nunca trabalhamos tanto no mundo jurídico! E, ainda que muita gente se impressione com isso, pois a primeira impressão é que trabalhamos única e exclusivamente com vendas, atualmente vendas representa apenas parte do que fazemos.

Isto se deve ao fato das profundas mudanças no mundo jurídico nos últimos anos. Ele está cada vez mais recheado de excelentes escritórios, com pouca diferenciação real, num ambiente muito competitivo.

E, neste contexto, só há um caminho para esta diferenciação: investir de forma vigorosa no incremento do repertório de “soft skills” (habilidades sociocomportamentais) e da performance de seus profissionais, em temas como Negociação com Clientes, Atendimento, Marketing, Liderança, dentre outros.

Aliás, e não por acaso, é exatamente este um dos maiores objetivos da chegada do meu querido sócio Bruno Strunz à Paixão por Vendas: advogado de formação, com anos de experiência no mercado, ele hoje lidera um novo braço nosso, exclusivamente dedicado a ajudar e servir o mundo jurídico.

Ou seja, como em outros tantos mercados em profunda transformação, no mundo jurídico nunca foi tão urgente pensar diferente e buscar algum nível de diferenciação, para não ficar para trás!

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor nos Programas de MBA da FIA e do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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vendas consultivas

Zona de conforto: o inimigo número um nas vendas consultivas (e na sua carreira!)

Você sabe qual o maior obstáculo nas vendas consultivas? Em praticamente todos os treinamentos e workshops que temos liderado na Paixão por Vendas, temos abordado, com muita ênfase, que o maior e mais importante “inimigo” de nossas empresas não são os concorrentes diretos e já conhecidos. Mas, sim, o temido “status quo”, que pode assumir diferentes formas.

Vendas consultivas: confira as principais formas de “status quo”

– Clientes e potenciais clientes que já trabalham com um concorrente e, mesmo não estando exatamente satisfeitos, os mantém como seus fornecedores ou “parceiros”.

Muito em virtude dos “switching costs” (custos associados à mudança) e da consequente e crescente aversão ao risco nestes tempos de maior incerteza e de baixa confiança.

Aliás, vale, aqui, lançar um desafio: você está muito satisfeito/a com sua operadora de telefonia celular ou TV a cabo? Se a resposta for “não”, por que você não muda? Entendeu o conceito?

– Clientes e potenciais clientes que se mostram fechados ou céticos à absorção de novas ideias, produtos e soluções para suas empresas.

Lembra-se daqueles seus clientes que, a despeito dos seus continuados esforços para incrementar a venda do seu mix de produtos, serviços e soluções, preferem continuar comprando as mesmas coisas de sempre?

– Clientes e potenciais clientes que sequer abrem um espaço em suas agendas para nos receber.

Vale, inclusive, citar que no mundo das vendas consultivas de alta performance, o percentual de clientes que efetivamente enxergam valor nas interações com seus atuais e potenciais fornecedores é incrivelmente baixo. Apenas 10% deles veem valor nestas interações!

Vendas consultivas: como sair da zona de conforto

Sim, para vender mais, melhor e com foco na alta performance, que deve sempre privilegiar a maior rentabilidade associada intimamente à maior geração de valor aos negócios e às vidas dos nossos clientes, é preciso “desafiar o status quo”.

Porém, para desafiar esta zona de conforto, é necessário, antes de qualquer coisa, sair dela. E, para que isso aconteça, é fundamental que saibamos “aprender a aprender”.

Uma pesquisa recente, divulgada pela Universidade de Yale, comprova que quando nosso cérebro opera em relativa estabilidade e conforto, o tão fundamental processo de aprendizagem fica prejudicado. Ou seja, se não temos desempenhado tarefas cotidianas que nos desafiem, como mudanças em nossas rotinas, envolvimento em novos projetos (novos mesmo, com novas abordagens, ideias, insights etc), interesse genuíno por novas ideias e conversas com pessoas que têm visões distintas das nossas, este crucial processo de abertura do cérebro às novas ideias e aprendizagens fica muito prejudicado.

Exatamente por estarmos operando nesta tão prejudicial “zona de conforto”. Clique aqui para saber mais sobre esta super interessante pesquisa.

Vendas consultivas: enfrente seus desafios

Resumo: para vender mais e melhor, é preciso desafiar a zona de conforto ou “status quo” dos nossos clientes. E, para fazer isso, é necessário que nos desafiemos o tempo todo. Sair da nossa própria zona de conforto e dar espaço à chegada de novas ideias, insights e conhecimentos. Isso vai aprimorar nosso próprio repertório de técnicas, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes.

Se desafie o tempo todo para melhor desafiar seus clientes! Aposte nisso e veja suas vendas e carreira se acelerarem acentuadamente!

Aliás, como sempre, ficarei muito feliz mesmo com seus comentários e contribuições sobre este tema. Um assunto de tão crucial importância para todos nós, profissionais e líderes de vendas.

Boas vendas! Abraços!

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor nos Programas de MBA da FIA e do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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experiência do cliente

Experiência do Cliente: o que podemos aprender com o Comandante Barbosa?

O que narro neste artigo certamente trará inspirações a você no que diz respeito à experiência do cliente.

Final de tarde na cidade maravilhosa. Centenas de pessoas no sempre belo Aeroporto Santos Dumont, à espera da próxima ponte aérea que as levará para casa, depois de um dia de trabalho ou lazer em uma das cidades mais lindas do mundo.

Todos a bordo. Portas em automático. Todos os passageiros sentados. Anúncios de segurança e pedidos de que todos os dispositivos eletrônicos estejam desligados ou em modo avião. Avião deixa o “Gate” e começa a se preparar para a decolagem. Eis que surge a primeira fala do Comandante Barbosa, que segue mais ou menos o mesmo roteiro corriqueiro de outros tantos comandantes, à exceção do tom de voz bastante “empático” e muito simpático:

“Boa noite a todos os passageiros e passageiras. Recebam as nossas boas-vindas. Temperatura no RJ na faixa dos 24°C e de aproximadamente 18°C em nosso destino, São Paulo. Poucas nuvens no céu nos indicam um voo tranquilo de aproximadamente 45 a 50 minutos. Ao longo do voo, retornarei com maiores informações. Por enquanto, bom voo a todos!”.

Experiência do cliente: o diferencial do Comandante Barbosa

Tudo relativamente normal até aqui. Eis que, aproximadamente meia hora depois, quando já nos aproximávamos de São Paulo, o Comandante Barbosa volta a se comunicar conosco:

“Boa noite passageiros e passageiras. Quem aqui vos fala novamente é o Comandante Barbosa, para lhes informar que já iniciamos os nossos procedimentos de descida para a cidade de São Paulo, onde a temperatura já caiu um pouquinho e, agora, aponta 15°C.

E, antes de pousarmos, eu quero compartilhar com vocês algumas peculiaridades e curiosidades sobre o mundo da aviação:

– Aos que estão à direita do avião, em seu horizonte já enxergarão São Paulo. Aos que estão à esquerda, verão Santos e São Vicente.

– Quando decolamos, nosso avião tinha aproximadamente 70 a 80 toneladas, sendo que, deste peso, aproximadamente 18 toneladas são de combustível. Até agora, já gastamos pouco menos de 2.000 kg de combustível.

– Vários me perguntam se o céu tem ‘estradas’, multas de velocidade, entre outros, e eu sempre digo que, as regras são muito parecidas com as que temos com nossos carros. Temos que respeitar limites de velocidades, rotas pré-estabelecidas etc. E, quando tomamos uma “multa”, que podem chegar a R$ 10.000,00, estas são para o próprio piloto e emitidas pela Receita Federal. Ou seja, precisamos respeitar regras muito similares às dos motoristas.

– Muita gente tem medo das turbulências, e eu quero aqui lhes acalmar. Eu pude acompanhar ao longo dos meus 28 anos dedicados a este fascinante mundo, alguns dos testes que estas máquinas são impostas e, posso lhes assegurar, que um avião não cai por turbulência.

Ele é feito para aguentar pressões inimagináveis da natureza e nós sempre pedimos que vocês nos enxerguem como médicos que os atendem nos hospitais, onde o medo logicamente se faz presente, mas, os doutores têm bastante ciência e competência para fazer tudo acontecer da melhor forma possível. Por isso mesmo, fiquem sempre tranquilos!”.

Experiência do cliente: com muito humor, o Comandante Barbosa continua sua fala e cativa os passageiros

“Aos interessados, este avião custa aproximadamente US$ 70 a 80 milhões. Nada que uma família de classe média não possa arcar com esta aquisição.

– Aviões deste porte sempre precisam de 2 pilotos, sendo que, se por acaso, um deles tiver um infarto (fiquem tranquilos, pois hoje eu não terei um, porque 3ª feira não é um dia legal para enfartar – risos), o outro está 100% habilitado a tocar o avião em segurança até seu destino.

– As refeições servidas aos pilotos precisam ser sempre diferentes, até para evitar a contaminação dos dois. Elas são especiais e não são as mesmas oferecidas aos passageiros.

– Já estou neste incrível mundo há mais de 28 anos, sendo 20 deles dedicados à ponte aérea (SP/RJ/SP).

– Enfim, estas são apenas algumas peculiaridades e curiosidades sobre este maravilhoso mundo da aviação. Espero que tenham gostado! Muito obrigado por voarem conosco!”.

Experiência do cliente: como um tratamento diferenciado conquista a todos

Ao final da sua didática, divertida e inesperada interação, todos os passageiros do voo que nos trazia de volta à São Paulo aplaudiram entusiasticamente o Comandante Barbosa, em uma lição de excelência no atendimento ao cliente e de oferta de experiências memoráveis.

Que nos inspiremos com profissionais apaixonados como o Comandante Barbosa, que conseguem transformar o seu amor pela profissão em momentos mágicos, surpreendentes e inesperados para os seus clientes.

E você, já teve alguma momento com um profissional como o Comandante Barbosa que lhe ofereceu uma experiência do cliente memorável? Compartilhe aqui conosco!

Um grande abraço e boas vendas!

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor nos Programas de MBA da FIA e do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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mundo das vendas

Mitos e verdades no mundo das vendas

No mundo das vendas, há diversos tipos de desafios. Na Paixão por Vendas, temos percorrido o Brasil todo para ajudar e servir empresas de pequeno, médio e grande porte, na fascinante missão de incrementar o repertório de técnicas, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes de vendas de seus profissionais, para que, assim, eles possam vender com cada vez mais técnica e com uma melhor produtividade e performance.

Em muitas delas, não raras são as vezes que nos deparamos com profissionais que têm um “mindset” fixo e que, não por acaso, é fortemente arraigado em muitos dos falsos mitos no nosso fascinante mundo das vendas.

E, aqui neste artigo, eu quero trazer à discussão 4 destes mitos. Eles podem, em nossa visão, atrapalhar (e muito) o seu desenvolvimento como grande profissional de vendas.

Confira os principais mitos que existem no mundo das vendas

Vamos a eles:

1) “Vendedor nasce pronto”: Verdade ou Mito? Mito!

Os grandes vendedores, assim como quaisquer outros excelentes profissionais das mais variadas áreas, se forjam ao longo do tempo por meio de uma combinação poderosa que reúne o pleno conhecimento das suas capacidades e pontos fortes, a paixão visceral pelo que fazem e a busca contínua de novos conhecimentos que os tornem ainda melhores do que já são.

Ou seja, para se tornar um/a grande vendedor/a, é preciso, sim, estudar muito e investir, de forma consciente, em seus conhecimentos, porque, ao final do dia, quem já é bom/boa fica ainda melhor quando treina mais, e quando busca incessantemente novas técnicas e habilidades para afiar os seus machados.

Não acredite apenas no seu “talento”. Aposte, sim, na disciplina ferrenha, que é característica-chave dos super campeões de vendas.

2) “Quem fala bem tem tudo para ser um grande vendedor”: Verdade ou Mito? Mito!

Especialmente no mundo das vendas incrivelmente competitivo que hoje vivemos, onde os clientes têm, muitas vezes, muito mais conhecimento do que os próprios vendedores, e têm à sua disposição uma gigantesca gama de opções de competidores com ofertas bastante similares às nossas, os grandes vendedores não são os que falam mais, e, sim, os que ouvem melhor e de forma empática[1].

Eles combinam esta habilidade tão crucial com a de fazer boas perguntas abertas, que os permitem entender melhor os anseios, expectativas, desafios e sonhos dos seus clientes, para somente depois deste pleno entendimento, melhor posicionar seus produtos, soluções e serviços e, assim, oferecer um atendimento impecável a seus clientes.

Ouça mais, fale menos e pergunte melhor, com mais técnica. Suas vendas e seus clientes lhe sorrirão!

3) “Trate o cliente da forma que você gosta de ser tratado/a”: Verdade ou Mito? Mito!

Ao contrário do que prega a tal “sabedoria popular”, o correto a se dizer e, principalmente, o certo a se fazer, é “tratar o cliente da forma que ele gosta de ser tratado/a”, porque, ao final do dia, as pessoas são diferentes (ainda bem!). Elas querem ser tratadas desta forma e não do jeito que você gosta de ser tratado/a.

Ou seja, se você aí que me prestigia com sua leitura é mais expressivo/a e emotivo/a, e tem à sua frente uma negociação de alta complexidade, com um cliente de perfil mais analítico, o correto a se fazer é preparar-se ainda melhor para levar a ele o maior número de informações, comprovações, estatísticas, entre outros, que corroborem com a defesa contundente da proposta de valor dos seus produtos, serviços e da sua empresa, em vez de tratá-lo com o mesmo “calor” e “proximidade”, que os expressivos tanto curtem. Faz sentido?

4) ”Venda não é profissão”: Verdade ou Mito? Mito!

Eu preciso, agora, fazer uma confissão: esta é uma colocação que dói na minha alma quando ouço ou sinto que alguém pensa isso sobre nós, vendedores profissionais.

Os grandes vendedores são (como já disse e agora reforço) como quaisquer outros bons profissionais, aqueles que conseguem fazer a boa combinação entre habilidades e conhecimentos práticos, com as tão cruciais e comprovadas teorias e boas práticas, que permeiam o mundo das vendas e, por fim, com a fundamental paixão e compromisso de servir que caracterizam os super profissionais em quaisquer áreas.

Agora, nós queremos ouvir você!

Quais outros mitos você incluiria nesta lista acima? E fique super à vontade (mesmo!) de contrapor qualquer dos mitos acima, porque, ao contrário do que muitos acreditam, os grandes vendedores são, além de grandes ouvintes, pessoas humildes para receber feedbacks construtivos, que os permitam ser ainda melhores.

Vamos aos mitos!

Abraços e boas vendas!

[1] Empatia é a capacidade crucial que precisamos desenvolver de verdadeiramente nos colocarmos no lugar dos nossos clientes, para que, assim, consigamos melhor capturar seus reais desejos, necessidades e desafios.

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

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técnicas de negociação

Técnicas de negociação: 3 perguntas-chave para aumentar suas vendas

Existem três técnicas de negociação eficazes para conseguir excelentes resultados em suas vendas. É preciso estudá-las, treiná-las e colocá-las em prática para conseguir bons negócios.

Negociamos o tempo todo!

Fazemos isso com nossos cônjuges, filhos, amigos, clientes, fornecedores e parceiros.

E, por mais incrível que possa parecer, ainda não damos a atenção necessária e/ou não nos preparamos de forma adequada para uma melhor performance em negociações.

E, se a habilidade de fazer boas perguntas é cada vez mais essencial no mundo das vendas, o cenário não é diferente em nossas negociações.

A partir de agora, eu compartilho com você 3 técnicas de negociação extremamente eficazes de perguntas poderosas para incrementar a qualidade das suas negociações e sua performance em vendas:

Confira a seguir as três técnicas de negociação

1ª técnica: “Por quê?”

Pergunte o “porquê” o tempo todo. Ao afirmar sua posição, a outra parte lhe dará informações preciosas sobre o que ela deseja.

“Por que você quer isso?”, “qual é o problema?”, “o que o preocupa?”

O objetivo principal destas perguntas é descobrir o que realmente motiva a outra parte, pois muitas vezes ainda confundimos as posições com os interesses.

E, para bem conhecermos os interesses escondidos debaixo das posições dos nossos clientes e potenciais clientes, é fundamental que façamos boas perguntas.

2ª técnica: “Por que não?”

Estas perguntas são especialmente importantes quando a outra parte reluta em relevar seus interesses.

“Por que não fazer assim?”, “o que haveria de errado com essa abordagem?”

A técnica aqui indicada é a de falar um pouco dos seus interesses, para fazer com que a outra parte também fale dos deles um pouco. Quão maior for o entendimento dos interesses de todos, maiores serão as chances de você focar naqueles que são comuns para ambos!

Incrível não é mesmo?!

Portanto, o objetivo principal das perguntas de “por que não?” é desvendar os interesses da outra parte.

3ª técnica: “E se?”

Pergunta muito eficaz e que fomenta o diálogo aberto em torno de opções inteligentes para todas as partes.

“E se reduzirmos o escopo do Projeto para ficar condizente com o seu orçamento?”

O objetivo principal deste grupo de perguntas “e se” é levar a outra parte a discutir as opções que vocês têm, para gerar um acordo que seja bom para todo mundo.

Lembre-se sempre de que o melhor e mais efetivo modelo de negociação é o “ganha-ganha”. Para fazê-lo acontecer, você precisará cuidar de ações práticas e focadas nos principais elementos da boa negociação.

Conheça 5 ações essenciais para as técnicas de negociação

Quero reforçar novamente 5 ações cruciais para que isso aconteça:

1ª ação: prepare-se muito para entender o quanto puder dos Interesses da outra parte. Vale repetir quantas vezes necessário, se fizer o ensinamento de Benjamin Franklin: “A falha na preparação é a preparação para a falha”.

2ª ação: seja sempre criativo na criação das Opções que gerem benefícios mútuos a todos os envolvidos.

3ª ação: seja claro, conciso e atencioso para uma boa Comunicação.

4ª ação: gere Confiança o tempo todo, com foco nos Relacionamentos de Longo Prazo.

5ª ação: cuide de todos os detalhes relacionados ao Fechamento, que deve contemplar absolutamente tudo o que foi negociado.

E, as 3 perguntas “por quê?”, “por que não?”, “e se?”, são instrumentos poderosos para conseguir melhorar, de forma visível, suas habilidades de negociação em todos as 5 ações que acabei de dividir com você.

E, se você me permite uma última dica para colocar tudo isso em prática, aí vai:

Ensaie o quanto puder com seus colegas. Sim, Preparação é tudo em Vendas e em Negociações.

Um grande abraço, bom estudo, ótimas vendas e excelentes negociações!

Autor:

José Ricardo Noronha

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captar clientes na advocacia

Como captar clientes na advocacia

Há formas inteligentes de captar clientes na advocacia, desde que sejam observadas as restrições estabelecidas pela OAB.

Atualmente, o mercado jurídico está enfrentando diversos desafios: pressão por honorários mais baixos, forte comoditização, competidores melhores e mais agressivos, baixo domínio de técnicas de vendas e marketing, entre outros. A dúvida que surge, então, é: como se destacar neste novo cenário?

Dicas para captar clientes na advocacia

Para começar, os advogados precisam utilizar alguma ferramenta de CRM (“Customer Relationship Management” ou “Gestão de Relacionamento com Clientes”). Uma visão estratégica do seu escritório deve passar pela boa e eficaz administração da sua carteira de clientes existentes e potenciais.

No mundo jurídico, o ciclo de vendas, por diversas vezes, é longo e envolve muitos tomadores de decisão. Assim, a falta de controle das várias interações com os seus clientes existentes e potenciais, dificultará a assertividade e eficácia durante a venda.  O que nos leva ao próximo ponto: o que é um funil de vendas?

Em linhas gerais, um funil de vendas é o caminho que um potencial cliente percorre dentro do ciclo de vendas de um escritório, a partir do seu primeiro contato até a conclusão (ou fechamento) de uma comercialização.

A relevância do monitoramento constante deste funil também está ligada à probabilidade de conversão: um cliente que já está negociando uma proposta de honorários tem uma chance mais alta de conversão do que aquele que está no início do ciclo, por exemplo.

A implantação do CRM pode ser estruturada concomitantemente à definição de pilares estratégicos de prospecção. Existem formas diretas de prospecção, que, basicamente, envolvem o seu networking pessoal e a atual carteira de clientes do escritório. Como a atividade jurídica envolve um nível alto de confiança, o seu cliente satisfeito é sua melhor fonte de recomendação!

Na nossa vida particular temos a mesma conduta. Recomendamos produtos para amigos e colegas, quando temos uma boa experiência de compra. Para tanto, é necessário incluir “pontos de escuta” ao longo da cadeia de experiência destes clientes, para que você possa efetivamente medir o nível de satisfação dos serviços prestados e, caso necessário, ajustar algum ponto de melhoria identificado.

Mas, e as prospecções indiretas?

A dúvida de como captar clientes na advocacia deve passar pelo questionamento do posicionamento do escritório nas mídias sociais. É impossível imaginar um escritório nos dias atuais que não tenha alguma regularidade de postagens nestas plataformas.

O marketing de conteúdo, quando bem realizado, é uma ferramenta poderosa para a criação da figura de autoridade sobre um determinado assunto. Ao iniciar uma estratégia de marketing de conteúdo, recomendo as seguintes reflexões:

  • Que tipo de artigos devo elaborar, considerando a sua relevância para a estratégia do escritório?
  • Este artigo é relevante para o mercado?
  • Menos é mais: o artigo está muito extenso, pesado e com excesso de “juridiquês”?

Além disso, um outro ponto fundamental é garantir uma boa periodicidade de publicação.  Se publicar algo apenas de vez em quando, dificilmente criará a figura de autoridade desejada.

Por fim, ao refletir como captar clientes na advocacia, lembre-se do mantra “menos é mais”.  Foque em poucas ações, com muita qualidade e forte viés de execução. E, monte um plano de ação com donos e prazos, pois meta sem prazo não é meta, é devaneio!

Autor:

Bruno Strunz

Sócio da Paixão por Vendas, Bacharel pela PUC/SP (Direito) com Pós-Graduação em Direito Societário pela FGV/GVLaw.

Possui anos de experiência em grandes escritórios de advocacia no Brasil, bem como em renomadas empresas. Atou no Departamento Jurídico da Volkswagen AG (Alemanha) e na Ambev, no Departamento Jurídico (Societário/M&A) e na Diretoria de Vendas.

Antes de se tornar sócio da Paixão por Vendas, era um dos societários responsáveis pela área Empresarial do WZ Advogados. Foi considerado um dos Advogados Mais Admirados do Brasil pela Análise Advocacia 500.

E, acima de tudo, o Bruno não acredita em talento! É um grande entusiasta do poder transformador da Educação de alta qualidade, com disciplina, foco e execução. Tudo isso para incrementar as vendas e o posicionamento competitivo dos nossos clientes.

concorrentes irrelevantes

Como transformar seus competidores em concorrentes irrelevantes?

Tornar os concorrentes irrelevantes deve ser um dos objetivos da sua companhia. Ainda que muitas empresas se digam realmente focadas em oferecer aos seus clientes experiências realmente customizadas e personalizadas, a realidade é que ainda são poucas e raras as que efetivamente conseguem se destacar neste tão fundamental quesito de sobrevivência competitiva, nestes tempos de Revolução Industrial 4.0.

O excelente livro “A Estratégia do Oceano Azul” nos brinda com preciosos insights sobre isso. E um deles é o que aponta para o fato de que a maior parte das empresas ainda navega no oceano vermelho. Isso ocorre por não conseguirem oferecer aos seus clientes algo que efetivamente tenha valor para eles. E, ao não se diferenciarem, vão para a guerra de preços onde todo mundo “sangra”.

E neste processo de repensar e, até mesmo reconstruir nossos negócios, é crucial colocarmos o cliente no centro de tudo.

Como o Cirque du Soleil tornou seus concorrentes irrelevantes

O livro mostra o caso do Cirque du Soleil. O grupo revolucionou o mundo circense ao eliminar uma série de elementos tradicionais, como animais e astros. Além de majorar a oferta de conforto em suas arenas e oferecer ao mercado espetáculos baseados em temas que mesclam a magia do circo com o teatro, com histórias fascinantes em múltiplas produções.

Em nossos treinamentos na Paixão por Vendas, sempre falamos de casos inspiradores como o do Cirque du Soleil, que de fato se sobressaem diante de outros tantos modelos de negócios, exatamente em virtude de nortear absolutamente tudo o que os move em seus clientes e público-alvo (que, aliás, foram ampliados e não mais focam necessariamente em crianças).

Não custa lembrar também que o Cirque du Soleil é a criação intelectual de um palhaço canadense chamado Guy Laliberté (hoje um dos homens mais ricos do seu país). Ele conhece tão bem o mundo do circo e as expectativas, desejos e sonhos dos seus clientes.

Ao fazer isso, eles tornaram seus concorrentes irrelevantes e criaram o tão sonhado e hoje tão difícil “Oceano Azul”!

Pense nisso e transforme o seu negócio!

E compartilhe aqui conosco ideias e insights sobre como podemos ajudar uns aos outros no tão difícil – e cada vez mais importante – processo de construção do “Oceano Azul” de nossas empresas.

Boas vendas!

Autor:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor nos Programas de MBA da FIA e do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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vendas consultivas

Vendas consultivas de alta performance têm dados alarmantes

Levantamentos mostram números significativos no setor das vendas consultivas. A mais recente (e excelente!) pesquisa “State of Connected Customers” (ou “Cenário dos Clientes Conectados”, em tradução livre) divulgada neste ano pela gigante do CRM, a Salesforce, nos brinda com dados e fatos extremamente relevantes sobre o nosso fascinante – e cada vez mais desafiador – mundo das vendas consultivas de alta performance.

A Salesforce coletou insights de mais de 6.700 consumidores e compradores sobre a intersecção entre experiência, tecnologia e confiança. Dentre as diversas informações valiosas indicadas na pesquisa, selecionamos algumas para você e sua empresa. Vamos lá!

Vendas consultivas: as expectativas dos clientes nunca estiveram tão altas

Especialmente nestes tempos de elevada competitividade e com clientes cada vez mais bem informados, exigentes, céticos, menos leais e repletos de boas opções à sua frente, a oferta de boas experiências de vendas é fundamental.

No Brasil, 89% dos clientes disseram que a experiência com as empresas é tão importante quanto produtos e serviços oferecidos. Ou seja, já passou da hora de alinhar uma boa estratégia de produto e serviço com um plano ainda mais refinado de relacionamento com o cliente, por meio da qual a personalização ganha cada vez mais destaque e já se posiciona como um diferencial competitivo de diversas empresas, que já têm incrementado as experiências oferecidas ao seu público.

E, como veremos a seguir, estas experiências devem sempre ser baseadas em um elemento fundamental: confiança.

Confiança foi, é e sempre será um elemento fundamental

Nesta época de baixa confiabilidade tanto na esfera pública (problema global, diga-se de passagem) quanto no mundo dos negócios, a confiança será cada vez mais o elo essencial que conecta as capacidades, competências e principalmente os valores e o propósito das nossas empresas aos desafios, às necessidades e problemas dos nossos clientes.

Sem confiança e credibilidade, é praticamente impossível prosperar em um mundo no qual a informação se propaga com tanta rapidez. 95% das empresas disseram que têm uma alta probabilidade de ter maior lealdade com as empresas em que confiam.

Sem os pilares essenciais que sustentam os bons negócios (ética, integridade, confiança e credibilidade), será cada vez mais difícil competir no mundo das vendas consultivas.

A estreita relação entre a 4ª Revolução Industrial e a oferta de boas experiências

Como sempre falamos em nossos treinamentos e workshops nas melhores e mais incríveis companhias do Brasil e do mundo, apostar nos “diferenciais competitivos” das nossas empresas será tarefa cada vez mais desafiadora – para não dizer impossível! -, em virtude do acelerado processo de comoditização que acomete grupos empresariais de todos os portes e dos mais variados setores.

Este cenário é ainda mais acentuado nos setores em que as tecnologias “disruptivas” eliminam diferenças entre as ofertas dos produtos e serviços.

O olhar dos líderes deve estar focado em oferecer experiências cada vez melhores em todos os seus canais de atuação. E, ainda, em oferecer oportunidades de capacitação para todos os seus profissionais.

Isso fará com que tenham as habilidades e técnicas necessárias para entender as necessidades, os desafios e problemas dos clientes na área de vendas consultivas.

A enorme desconexão entre o entendimento das necessidades dos clientes e a oferta de produtos e serviços

Ainda que todos nós que trabalhamos com vendas complexas já saibamos que é fundamental conhecer profundamente os interesses, desafios e as necessidades dos nossos clientes e potenciais compradores, eles ainda se queixam muito da falta deste entendimento. 54% dos clientes não acreditam que os seus fornecedores estão efetivamente focados nos interesses do seu público.

No entanto, 76% têm uma expectativa cada vez maior de que seus fornecedores conheçam amplamente as suas necessidades e expectativas.

E um dado ainda mais preocupante: somente 27% dos clientes corporativos afirmam que seus fornecedores têm superado as suas expectativas na entrega de boas experiências.

Fica clara a desconexão entre as promessas e expectativas geradas ao longo do ciclo de vendas, e a entrega de produtos e serviços. Nesta linha, 57% dos clientes trocaram de fornecedor, pois o seu concorrente gerou melhores experiências.

A relação direta entre melhores experiências e a maior percepção de valor pelo cliente

No Brasil, 83% dos clientes corporativos estão dispostos a pagar um maior valor em troca de melhores experiências de compra. Aliás, vale realçar outro dado fundamental no mundo das vendas consultivas, mencionado no excelente livro “A Venda Desafiadora”: mais de 50% do processo de tomada de decisão do cliente se dá exatamente em virtude de uma melhor “experiência de vendas”.

Em outras palavras, para fugir da comoditização, que por tantas vezes nos força a entrar em guerras de preço, é preciso oferecer experiências espetaculares na área de vendas consultivas.

Não há outro caminho. Vivências que, por mais que possam ser elevadas pelas ótimas e cada vez mais disponíveis tecnologias, ainda precisam (e muito!) do elemento “humano”. Este também se faz presente na pesquisa, quando nos deparamos com 92% dos clientes corporativos (B2B) que desejam experiências tão boas quanto as buscadas para si próprios (B2C).

Conclusão e comentários da Paixão por Vendas

Todos os dados indicados acima corroboram com tudo o que temos trabalhado com nossos clientes na Paixão por Vendas.

Neste mundo incrivelmente competitivo e comoditizado que vivemos, será cada vez mais imprescindível investir vigorosamente no incremento do repertório de técnicas, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes de vendas dos nossos profissionais e líderes, assim como na sua alta aderência e conexão com as excelentes ferramentas tecnológicas que temos hoje à nossa disposição.

Desta forma, será possível oferecer melhores experiências aos nossos clientes. Francamente, ninguém quer mais ser tratado como um número.

E se você achou os dados acima úteis, compartilhe-os com todos os seus colegas, líderes e liderados, para que juntos vocês possam revisitar as suas estratégias comerciais. Sempre tendo como foco principal o encantamento de seus clientes, por meio de experiências realmente memoráveis e que só se fazem possíveis com profissionais constantemente treinados e bem preparados.

E fica a dica também para baixar a excelente pesquisa “Cenário dos Clientes Conectados” da Salesforce: clique aqui para baixar.

E, como sempre, ficaremos muito felizes com os seus comentários sobre este artigo.

Um grande abraço e ótimas vendas!

Autores:

José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor, consultor e fundador da Paixão por Vendas. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas, por meio do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

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Bruno Strunz

Sócio da Paixão por Vendas, Bacharel pela PUC/SP (Direito) com Pós-Graduação em Direito Societário pela FGV/GVLaw.

Possui anos de experiência em grandes escritórios de advocacia no Brasil, bem como em renomadas empresas. Atou no Departamento Jurídico da Volkswagen AG (Alemanha) e na Ambev, no Departamento Jurídico (Societário/M&A) e na Diretoria de Vendas.

Antes de se tornar sócio da Paixão por Vendas, era um dos societários responsáveis pela área Empresarial do WZ Advogados. Foi considerado um dos Advogados Mais Admirados do Brasil pela Análise Advocacia 500.

E, acima de tudo, o Bruno não acredita em talento! É um grande entusiasta do poder transformador da Educação de alta qualidade, com disciplina, foco e execução. Tudo isso para incrementar as vendas e o posicionamento competitivo dos nossos clientes.

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vendas B2B

Vendas B2B: 3 elementos chave para brilhar em tempos de alta competitividade

As vendas B2B estão se tornando cada vez mais complexas. Em praticamente todos os nossos treinamentos de vendas consultivas no Brasil todo, temos cada vez mais nos deparado com profissionais assustados com as aceleradas mudanças que têm acontecido em seus respectivos mercados.

De um lado há clientes mais exigentes, informados, com boas opções. Eles recorrem aos processos mais “frios” de compra, como os aflitivos RFPs (Pedidos de Proposta). E, da outra parte, temos concorrentes cada vez melhores, agressivos e com ofertas de produtos, serviços e soluções mais similares. Isto faz com que o já árduo processo de defesa contundente dos diferenciais competitivos das nossas empresas fique mais dificultado.

Fundamentos para realizar boas vendas B2B

Diante deste mercado, não restam muitos caminhos. Um dos mais certeiros aponta na direção do treinamento e capacitação, que deve privilegiar três elementos essenciais:

Preparação e Planejamento: nestes tempos de competitividade, é essencial revisitar os planos estratégicos (segmentação e priorização de clientes, com foco nos certos e maior potencial de adoção de soluções) e os planos táticos de vendas (majorar a presença nos clientes mais rentáveis, para conseguir o incremento das vendas sem custos elevados quanto os envolvidos na conquista de novos clientes). Não custa lembrar o ensinamento de Benjamin Franklin: “A falha na preparação é a preparação para a falha”.

Vendas Desafiadoras: é fundamental capacitar nossas equipes comerciais (vendedores e líderes) para que elas estejam, de fato, prontas para oferecer uma melhor experiência de vendas. E esta experimentação, segundo a metodologia do “The Challenger Sale” (“A Venda Desafiadora” – o livro também é incrível), passa por três pilares que meu sócio na Paixão por Vendas, Bruno Strunz, chama de “Modelo EPA de Vendas”.

Este princípio consiste em nossos profissionais precisarem Educar (E) seus clientes com insights marcantes; Personalizar (P) seu discurso de vendas, sempre se baseando no entendimento das necessidades, desafios e problemas dos clientes. E o (A), de Assumir o controle da venda em cada uma das fases.

Negociação: negociar bem em tempos de competitividade com clientes que tendem a comprar cada vez mais por consenso (devido à mitigação de riscos), e com foco ainda mais acentuado em preços e valores mais baixos, exige também de todos nós profissionais de vendas consultivas um controle bastante amplo das principais técnicas de negociação. Sem dominá-las e sem se preparar bem nestes tempos de comoditização acelerada, é quase certo que teremos performances de vendas muito aquém das que se esperam de profissionais e empresas de alto nível.

Busque capacitação em vendas B2B

Se você trabalha com Vendas B2B, questione se você e seus líderes estão preparados para este cenário. Podemos afirmar, com muita segurança, que somente irão brilhar os profissionais incrivelmente bem preparados.

Ficarei muito feliz mesmo com seus comentários sobre este tema tão crucial para todos nós!

Boas vendas!

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